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DESEMPREGO: DEMISSÕES NA MAHLE DEVEM ATINGIR 180 TRABALHADORES - Rádio Itajubá

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DESEMPREGO: DEMISSÕES NA MAHLE DEVEM ATINGIR 180 TRABALHADORES

A Mahle é uma das maiores empresas de Itajubá com cerca de 2.400 funcionários. Com a pandemia do novo coronavírus, a fábrica e o sindicato haviam feito um acordo para minimizar os impactos econômicos da covid-19 e pouco mais de 40% dos trabalhadores estavam em licença remunerada, com redução salarial. Porém, na última sexta-feira (19) a empresa começou a demitir.

O anúncio foi feito pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Itajubá. Mesmo sem divulgar números concretos, a categoria acredita que até 180 pessoas serão demitidas pela multinacional de autopeças.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o sindicato afirma que a empresa não está garantindo os empregos de seus funcionários, mesmo tendo adotado à Medida Provisória 936, do Governo Federal, que prevê a redução de jornada de trabalho e de salário dos empregados.

Segundo os sindicalistas, a empresa está pagando apenas um percentual nas indenizações dos funcionários demitidos, utilizando de uma prerrogativa permitida pela medida decretada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Para os representantes do sindicato, a medida atinge em cheio várias famílias da cidade.

“É desumano, por parte da Mahle, demitir neste momento em que os trabalhadores mais precisam de renda e do emprego. Uma empresa de capital alemão, que busca somente o lucro e explora nossa mão de obra de forma oportunista, vira as costas quando mais precisamos”, protestam em nota.

Diante das demissões, o sindicato anunciou que entrará com uma ação do Ministério Público do Trabalho (MPT-MG) e na Justiça do Trabalho para denunciar a ação da empresa. “Vamos exigir que a Mahle negocie com o Sindicato essas demissões e reverta esses ataques”, informa.

Segundo José Carlos dos Santos, coordenador geral do sindicato, a onda de demissões na empresa é inadmissível. “A Mahle demite trabalhadores contribuindo para piorar a situação de todos os seus familiares. Os trabalhadores não podem pagar pela crise, enquanto uma empresa alemã se farta dos lucros advindos da exploração em Itajubá”, afirma.

A Mahle ainda não se posicionou oficialmente sobre as demissões.

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